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Why Invest in International Adolescent Medicine Experiences?
Porquê Investir em Estágios Internacionais em Medicina do Adolescente?

Conteúdo do artigo principal

Filipa Paixão - Autor Correspondente

Filipa Paixão [filipa.paixao@ulsasi.min-saude.pt]
Department of Child and Youth, Unidade Local de Saúde Amadora/Sintra, Hospital Professor Doutor Fernando Fonseca, Amadora, Portugal
IC19 276, 2720-276 Amadora

Michael Rich

Resumo

Esta reflexão aborda a importância da experiência clínica internacional na Medicina do Adolescente. A imersão num sistema de saúde distinto aprofunda a compreensão da diversidade cultural que molda os cuidados e suscita uma reflexão sobre a equidade no acesso. Estas vivências permitem reconhecer desafios globais, como a transição para os cuidados de adultos e o rastreio da saúde mental, assim como identificar soluções para promover a inclusão de adolescentes, especialmente de identidades minoritárias e grupos marginalizados, incluindo os que vivem com VIH. Reflete-se também sobre como estas experiências impulsionam o desenvolvimento clínico através da abertura, curiosidade e vulnerabilidade, qualidades que incentivamos igualmente nos adolescentes. Exemplos como a strength-based communication, práticas que salvaguardam a privacidade e as consultas virtuais ilustram como abordagens diversas podem inspirar cuidados mais inclusivos. Em última análise, estas experiências desafiam pressupostos e contribuem para modelos de cuidados mais empáticos, eficazes e culturalmente sensíveis. Esta reflexão convida os profissionais de saúde a procurar oportunidades de aprendizagem global, recordando que, apesar das diferenças geográficas e sistémicas, partilhamos um objetivo comum: capacitar os adolescentes para prosperarem.

Palavras-chave: Cuidados Centrados no Doente; Intercâmbio Educacional Internacional; Medicina do Adolescente

Detalhes do artigo

1.
Paixão F, Rich M. Porquê Investir em Estágios Internacionais em Medicina do Adolescente?. Gaz Med [Internet]. 29 de Maio de 2026 [citado 30 de Maio de 2026];1(1). Disponível em: https://gazetamedica.pt/index.php/gazeta/article/view/1104
Secção
ARTIGO DE PERSPETIVA